domingo, 17 de abril de 2011

Rubra madrugada.




Rubra Madrugada

Lascívia latente presente na alma,
Patente na carne o desejo ardente
Nos olhares queima fogo sem calma,
Lábio molhado cada vez mais rubente!

Na densa névoa que instaura o escuro
Imperam os sentidos, os suspiros e a libido.
A promessa de alcançar o prazer futuro
Contempla a sensual sonoridade do gemido!

Mãos que percorrem cada pequeno espaço,
O falo ereto que penetra outro ser
Coroando a tesa excitação do momento!

Corpos que se fundem num grande laço,
Vontade que enleva ao estremecer,
O lânguido berro concluindo meu intento!

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