terça-feira, 28 de setembro de 2010

Cárcere Escarlate



Cárcere Escarlate

Em meu peito arrebatado,
Absorto por seu olhar dourado
Uma certeza ainda porfia:
Eu a desejo mais que devia!

Mas em desrespeito à razão
Não domestico o coração
Adoro-lhe de maneira indizível
Com todo amor que me é possível!

Eu jamais ousaria limitar
Tal desmesurado sentimento,
Pois só se ama de forma infinita!

Sua lembrança teima em tomar
De assalto todo o meu pensamento
Iluminando minh’alma aflita!

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