
Ode à mulher
Não há maior beleza
Ou glamour deveras igual
À fina e feminina leveza
Da forma que ao amor é vital!
Da mulher e da sua graça
Extrai-se fácil a perfeição,
Transbordando qual taça
Com o ávido vinho da paixão!
Em cada olhar ou movimento
Espalha divino encantamento
Deleitando-nos em fino torpor!
Um mistério ainda a esclarecer:
Quem personificou em tal ser
A etérea manifestação do amor?

Eduardo!
ResponderExcluirGostei de seu soneto "Ode à Mulher". Soneto gostoso de ler e que trata a mulher com reverência. "Quem personificou em tal ser" A etérea manifestação do amor?" Ótimo. Parabéns.
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